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sábado, 22 de dezembro de 2012

Nerds vs zumbis...não pera.[Atualizando]




The Walking Dead, 28 days later e muitas outras HQs, foram feitas para mostrar que problemas com zumbis não são tão "bacanas" quanto pensam muitos fãs do gênero. Repletas de problemas muito além dos zumbis são histórias dramáticas e que muitas vezes enfurecem o leitor.
Acompanhe essa história do Boom studios que puxa muito mais pro lado divertido e cômico (se é que há) dos zumbis. De um lado os Geeks, do outro zumbi. Quando não há mais espaço no inferno, os mortos resolvem tomar a terra. Um grupo de amigos se encontra presos dentro da maior convenção de quadrinhos do mundo transformado em um caldeirão fervente de zumbis. É um bando de comedores de cérebro famintos. Os reflexos adquiridos em jogos de vídeo-game, os nervos testados por filmes de terror e a coragem cristalizada por histórias em quadrinhos serão o suficiente para ajudar essa equipe? Descubra se os Nerds, Geeks, Fanboys e afins são realmente os mais preparados para sobreviver a um apocalipse zumbi.
História de Sam Humphries e arte de Jerry Gaylord.

Aqui fica o link para se as edições em português dessa hq muito divertida que a galera do DarkSideClub teve a gentileza de me apresentar.E que sempre será atualizado quando novas hqs forem disponibilizadas.


Fanboys vs Zumbis #1

Fanboys vs Zumbis #2

Fanboys vs Zumbis #3

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

INTERNET, GAMES, MORTE E SOLIDÃO



 
Uma resenha muito boa que encontrei no Real Nerd e não pude deixa de posta-la no Blog.

Recentemente, um taiuanês de 18 anos morreu após permanecer 40 horas consecutivas em uma lan house jogando Diablo 3. Em fevereiro, um homem foi achado morto em Nova Taipei após jogar League of Legends por 23 horas. No ano passado, um chinês também faleceu em Pequim após jogar online por três dias seguidos. Deixando o âmbito dos games, pessoas também já morreram depois de ficarem dias conectadas em suas redes sociais, tudo regado a muito energético. O que estes fatos revelam? Vício em internet? Se a resposta é “sim”, seria um fator isolado? O que, afinal, estaria fazendo com que as pessoas transformassem algo que deveria ser algo útil e divertido em morte?


Gosto muito de games. Escrevo e leio sobre eles. Jogo todos os dias. Estou sempre por dentro de lançamentos, novidades e fatos curiosos sobre o fantástico mundo dos jogos eletrônicos. Da mesma maneira, não fico um dia sem me conectar à internet. Talvez você também seja como eu – é bem provável que sim, se estiver lendo este artigo. Entretanto, nem eu nem você nos suicidamos lentamente na frente de uma tela. Creio que o problema não está no jogo ou no instrumento de comunicação e interação social, mas uma nova ordem mundial, altamente individualista, caótica e vertiginosa, que leva os indivíduos a se distanciarem de suas caracacterísticas básicas, entre as quais está se configurar como um ser social. Estamos na era da solidão. E isso, sim, mata.


Nada é mais voraz, nada é mais devastador à alma humana do que a sensação de estar sozinho. Tudo é mais difícil, escuro e sem vida, e a opacidade do mundo torna-se a opacidade do espírito. Estar só é, na verdade, estar desprovido do sopro da vida; é ser um zumbi, caminhando lenta, descompassada e ignorantemente por um planeta totalmente morto, totalmente cadavérico, totalmente incerto e perigoso.

Todo ser humano tem a impossibilidade da ausência de carência, afirmam os psicoterapeutas. É impossível que alguém se sinta completamente preenchido, completamente abrigado, dependendo apenas de si próprio. A solidão deixa marcas mais profundas no ser do que qualquer outra coisa. A sensação de ser rejeitado, inútil e abandonado é letal; vai, aos poucos, dominando o homem, transformando-o numa massa inerte, sem vida, sem vontade de prosseguir e o guiando para um caminho que não levará a outro lugar senão ao nada. A censura íntima vai, aos poucos, sendo anulada, até que não haja outro pensamento na mente daquele que se sente só que não seja o desejo incontrolável de desaparecer, de cessar o sofrimento, da dar cabo da própria vida: sem eufemismos, de se suicidar.



Solidão e depressão caminham de mãos dadas. É fácil até mesmo para um leigo descobrir, em 90% dos casos, as causas da depressão: abandono emocional. Na verdade, o depressivo é duplamente abandonado, porque não só é jogado à margem de uma sociedade mesquinha e potencialmente exclusiva como também abandona-se a si mesmo, cedendo ao jogo da culpa e, numa espécie de julgamento reflexivo, toma o lugar simultâneo de réu, promotor e juiz e sentencia-se … algumas vezes à morte.

A alma solitária grita, clama por migalhas de carinho, de atenção, de amor. Já não pode mais, provavelmente, corresponder a este amor, porque nada lhe resta: se um dia houve em seu peito um coração, nada mais há além de um pedaço morto de qualquer carne. Consumido por múltiplas noites de choro e insônia, definha lentamente, como uma pequena flor abandonada num jardim, privada de água…


Nada, nada satisfaz de maneira mais completa o solitário do que estar junto de alguém. Nada é mais valoroso. Isso porque não fomos de maneira alguma, projetados para a solidão. Pelo contrário, somos seres dotados de uma série de habilidades, defeitos, qualidades, falhas…  E de que elas serviriam se nós as guardássemos apenas para nós mesmos? Que poço de auto-suficiência perduraria ante as tribulações da vida, que nos secam por dentro, que nos deixam absolutamente sem rumo? Que muralha de otimismo e auto-estima não cederia ante a dor, a tristeza, a morte? Entretanto, o ritmo em que vivemos nos força a sublimar nossa necessidade de conviver com pessoas. Relacionamentos são difíceis de serem cultivados, exigem tempo, que não temos. Muitas vezes, acabamos compensando esse vazio com uma socialização rarefeita, artificial e falsa. Os games e a internet são importantes e úteis; entretanto, pensar que eles podem substituir as relações humanas é algo patológico e, como tal, pode matar.

Há certos acontecimentos na nossa vida que nos fazem perceber o quanto somos fracos. Absolutamente fracos. Sem uma companhia, qualquer companhia, sem alguém com quem possamos contar, não somos nada: apenas um rótulo; apenas solidão.  Solidão que a internet e o ritmo devastador da vida podem potencializar e nos fazer esquecer de valores tão simples como o companheirismo e a amizade.

Via:Real Nerd


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Batalhas de Salto Alto: Batom e Espada nas mãos - Parte 3

Olá pessoal, como prometido, estou aqui para mais uma parte da saga da mesa de RPG só com meninas. rssssssssss


Mas vocês devem está se perguntando, Parte 3? Houve a parte 2, mas não achei relevante trazer para o EL mas, aqui está a Parte 2.
Antes, deixa eu dizer que nosso grupo tem um novo oficial já... o RPG TPM! Grupo de RPG Treinadas para Matar, sacam o trocadilho com tensão pré mestrual, mulher, tpm... hã hã hã. hehehehe
E aí, gostaram???

Sem mais enrolação... Bem, marcamos para sábado passado(14/07), mas infelizmente uma ficou indisposta e disse que não poderia ir, ela mora em uma cidade vizinha aqui, deve ser meio cansativo mesmo.
Mas bem, felizmente as outras duas confirmaram, marcamos na praça municipal de Cacoal/RO, quando cheguei a Gabriela, que vamos carinhosamente chamar de Gabs, e logo chegou acompanhada pelo seu pai, a Hemily, nossa Hemy, a mais novinha do grupo.
Não sei se estão sabendo, mas nós não nos conhecíamos, tudo foi coincidências da internet, então, este foi o grande encontro.[continue lendo...]

terça-feira, 10 de julho de 2012

RON PERLMAN VOLTA A SER HELLBOY E REALIZA SONHO DE GAROTO COM LEUCEMIA


Eles podem não ser filmes aclamados pela crítica ou bilheteria, mas os filmes Hellboy (2004) e Hellboy II – O Exército Dourado(2008) de Guillermo del Toro são queridos por muitos nerds.
Um destes nerds, em especial, é Zachary. O garoto de seis anos está em tratamento para leucemia, e seu grande sonho foi sempre conhecer e se tornar Hellboy.

A fundação Make-A-Wish resolveu tornar este sonho uma realidade. Ela entrou em contato com a Spectral Motion(responsável pela maquiagem e criaturas dos dois filmes), que adorou a ideia, mas preferiu tornar tudo muito melhor: eles chamaram Ron Perlman, que interpretou o herói, e aceitou prontamente participar de tudo isso.

E então, Zachary conheceu Perlman caracterizado como seu herói preferido. Os dois conversaram bastante, e depois foi a vez do garoto se tornar o chifrudo herói. Confira as imagens aí:



Via: JNN