RPG: Um jogo de mente aberta?
Bem por onde começar... Que tal
pelo começo né?
Pois bem, ultimamente eu tenho
vivido umas fases um tanto tristes, mas não é nada pelo fato de eu ser um jovem
garoto estudante de artes visuais, e nem por eu ser RPGISTA. Tampouco por eu
ser gay. O que realmente tem me afligido é a capacidade de um ser humano de
aceitar o seu próximo.
O que leva a um RPGista, a
conseguir interpretar um vampiro, um elfo, um anjo ou um demônio. Mas esse
mesmo RPGista não compreender que nós não somos maquinas programadas para
seguir um padrão e morrermos seguindo esse padrão.
